SASSÁ MUTEMA

15 mars 2013

http://portalimprensa.uol.com.br/content_file_storage/2013/03/14/JoaquimBarbosa2ok.gif

Je veux être pape.

11 février 2013

Agora o pau vai comer na eleição do novo papa. Bento XVI foi eleito pela ala conservadora, mas estava se aproximando da ala progressista, que apoia a criação do Estado da Palestina, que é contra a intervenção armada para derrubar governantes, que é contra toda e qualquer discriminação, e, isto não agrada nem a Norteamérica nem a setores conservadores de todo o mundo. Por suas declarações não resta qualquer dúvida de que o renunciaram, que, de qualquer modo, é melhor que suicidá-lo.

JE VEUX ÊTRE PAPE

11 février 2013

Je suis un candidat au Vatican.

Je demande ton vote. 

RSRSRSRSRSRS

Alberto Nepomuceno: Improviso Op.72 No.2 (Impromptu)

31 janvier 2013

http://www.youtube.com/watch?v=SI0I2SfWBow

Nepomuceno – Suite Antiga

31 janvier 2013

Nepomuceno – Suite AntigaAlberto 

ASSALTO A OFICIAL DE JUSTIÇA

19 janvier 2013

A Oficial de Justiça Isabel Silva, lotada na CM da Barra Funda TRT/2 foi assaltada, por quatro rapazes, enquanto cumpria diligência em uma favela no Itaim Paulista. No assalto levaram seu carro,  bolsa com dinheiro,  documentos, cartões bancários e celulares. Ficou sem dinheiro, sem documentos, sem telefones e apenas com a  pasta de mandados  no centro da favela. Segundo ela a rua se encontrava  cheia de gente mas ninguém a socorreu e até fingiram  não ver o assalto. Dois moradores da favela a levaram para uma delegacia, onde ela prestou declarações. Informa ela que outros colegas já sofreram assaltos na região, inclusive um oficial deficiente físico  teve seu carro adaptado roubado. São comuns os assaltos e constrangimentos a oficiais de justiça, mas não se tem qualquer notícia de providências dos juízes para, senão impedir, o que seria sonhar demais, mas pelo menos, se movimentarem para amenizar as situação dos oficiais de justiça. Difícil mesmo é se interessar pela vida do seu longa manus?

O IMPROVISO COMO JUIZ

8 novembre 2012

Sob este título o jornalista Janio de Freitas fez uma análise  da atuação do STF no caso do mensalão que merece ser reproduzido e divulgado pela imparcialidade e perspicácia com que faz sua análise de tão fatídico julgamento que mais  envergonha do que engrandece aquela Corte:

Foi a mais comum das perguntas em um tribunal colegiado. Dirigida, no caso, à ministra Rosa Weber: « Como vota Vossa Excelência? » O Supremo retomava a condenação do sócio de Marcos Valério, Ramon Hollerbach, para estabelecer a pena, depois de uma diatribe mais de promotor que de juiz por parte do ministro Joaquim Barbosa.

Ao pedir para ser tão coerente quanto em seus votos anteriores, esclarecimento sobre que critério, afinal de contas, vigoraria para os agravantes de pena, a ministra Rosa Weber escancarou sem querer: o tribunal não tem critério para coisa alguma no julgamento penal. Em vez de uma resposta pronta e segura, que nem deveria ser necessária, o desentendimento das precariedades ocupou o tribunal e o tempo.

Outra vez o Supremo demonstrou que a lei mais imperativa, nas suas circunstâncias, é a do improviso. Para a fixação dos acréscimos às penas-base, por força de fatores agravantes na conduta do réu, foi adotada uma combinação entre os pares: qualquer que seja sua convicção sobre a pena merecida –o que seria então a pena considerada justa–, depois de apresentá-la o ministro abre mão dela. E a substitui pela mais próxima, entre as do relator Joaquim Barbosa e do revisor Ricardo Lewandowski. É o improviso pelo jeitinho brasileiro.

Durante a viagem do ministro Joaquim Barbosa ao exterior, mas não por isso, os demais ministros fizeram o esforço que deveria ocorrer antes de iniciar-se o julgamento. A ideia era dar um chão menos movediço ao seu trânsito entre fatos, hipóteses de fatos, acusações, defesas e penas. Além de reconhecimento à própria perplexidade, foi também uma concessão ao espanto provocado pela balbúrdia da fase precedente do julgamento. E, com isso, um reconhecimento às angustiadas e quase isoladas críticas ao desempenho aquém da estatura de um tribunal supremo.

Com o jeitinho para a conturbada fixação das penas, o plano de arrumação buscou também apressar o julgamento, para concluí-lo antes da aposentadoria do presidente Ayres Britto no dia 18. A chave identificada para melhor ritmo foi a sintetização dos votos de Joaquim Barbosa, excluindo-lhes as longas e repetitivas exposições sobre a participação de cada réu. Era uma ideia atrevida, e assim se provou.

Joaquim Barbosa iniciou sua volta com a leitura de longo texto fora do programa, como fora de propósito. Útil, talvez, para esquentar o motor pessoal com que, já na exposição do seu voto para a pena de Ramon Hollerbach, retomou suas afrontas a ministros dele discordantes. Foi o começo de renovada sessão de balbúrdia. E confrontações até em nível pessoal.

O que quer que esteja sob o nome de mensalão não ameaçou a democracia nem o regime, como Joaquim Barbosa voltou a enfatizar. Mas é um retrato grave das complexidades deformantes que compõem o sistema e a prática da política brasileira. No seu todo adulterado e não só na particularidade de um caso tornado escândalo, contrária ao aprimoramento do regime e ao desenvolvimento da democracia. Daí que o mal denominado julgamento do mensalão merecesse um Supremo Tribunal à altura do seu significado presente e futuro. E não o que está recebendo.

Janio de Freitas, colunista e membro do Conselho Editorial da Folha, é um dos mais importantes jornalistas brasileiros. Analisa com perspicácia e ousadia as questões políticas e econômicas. Escreve na versão impressa do caderno « Poder » aos domingos, terças e quintas-feiras.

http://www1.folha.uol.com.br/colunas/janiodefreitas/1182110-o-improviso-como-juiz.shtml 08/11/2012 – 03h00

DANÇAS NEGRAS ALBERTO NEPOMUCENO

27 septembre 2012

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ALBERTO NEPOMUCENO – Serenata para Cordas

27 septembre 2012

http://www.youtube.com/watch?v=wBFY4DdEPQ8&feature=related

COMPRA DE INGRESSOS

25 juin 2012

O governo brasileiro gastará R$ 99 mil em ingressos para as olimpíadas de Londres-2012.

Enquanto isto no Nordeste a seca mata o gado e demais criações, além de afugentar o homem do campo, quando se sabe que por menos de R$20.000,00 se faz um poço artesiano. Embora apoie o governo, neste caso, sou totalmente contra. Isto não é prioridade para o povo brasileiro. Prioridade é resolver o problema da seca.

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